Embora eu já tenha dito não cansarei de repetir,meus poemas de amor são para ti;
às vezes gostaria de ter feito diferente e mostrar as coisas de outra forma, mas tenho um pouco de medo de alterar o que faço, no entanto, esse meu amor cresce de tal forma que se ele fosse material não caberia mais em lugar nenhum, logo que, eu amo tanto, a pessoa para quem escrevo que acabo, por mim só, não merecendo a reciprocidade desse amor;
sou poeta, eu amo em excesso, e ao expressar o meu amor mostro minha cara e mostro quem amo, não por que quero, mas por que o amor fala por mim.
Mesmo que não mude nada as palavras mudas desse simples poeta, que é apenas outro poeta, não cansarei de escrever sobre meu simples e enorme e complexo e estraordinário e imperfeito amor por você.
O próximo poema chama-se Mais uma historinha de poeta.

0 comentários:
Postar um comentário