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sexta-feira, 8 de maio de 2009

introduzindo pensamento ao poema

Poderia explicar qual a razão do poema, mas aí eu entregaria o jogo.
O dia de ontem foi muito revelador porém eu me escondi também.
Tenho por dom despejar tudo que sinto e por tal fato escrevo muito, logo por tal razão ontem me bateu um arrependimento e nasceu dentro de mim a vontade de silêncio.
Calado que nem o silêncio de um raio eu escrevi esse poema num momento de surto atemporal.
Não é de meu costume pensar para falar, a partir desse pressuposto, desejei o silêncio que existe em um raio.
Antes de mais nada, concluo dizendo que, uma boca calada é tão aberta quanto o pensamento sonhador, de forma que se me calo eu escrevo, e nunca deixarei de disparar meus raios de palavras.
Silenciado por ontem, mas nunca para sempre.
O próximo poema chama-se raio de silêncio...

2 comentários:

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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