Digo que o próximo poema é um complemento do que eu disse no poema anterior, logo que, escrevi os dois em seguida, ele chama-se O tamanho das coisas que sinto;
Amar é dificil e nem todos enxergam isso.
A dificuldade não está exatamente no ato de amar, e sim como desenvolver ele, já que é dificil aceitar o outro da forma como tem que ser essa aceitação e essas, aparentemente, pequenas coisas que são determinantes. Esse deve ter sido meu erro, não tive a visão necessária para aceitar as coisas como elas são e quis da minha forma e perdi.
O tamanho das coisas que sinto é diretamenta para minha inspiração, e não tenho mais o custume de amar e só, mas contradigo-me e complexiono-me,logo que, apenas amo, no entanto, amo tudo.
E quando digo tudo, é tudo sem excessões.
O mais irônico é que amo tanto que, se repararmos, amo o sufuciente, por mim e pela minha amada...
Amar são detalhes detalhados que não merecem passar em vão...

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