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domingo, 18 de outubro de 2009

...detalhes


...tudo nem sempre tem como explicar mas eu ainda fico feliz em pensar.
Talvez tenha sido de forma automática ou senão, foi tudo natural.
Uma grande amiga comemorara esses dias mais um ano e então que surge uma doce vontade de dizer quem é, perante meus olhos, Gabriela Silvestrini.
Como se a vida quisesse mostrar que talvez o temporal fosse mesmo algo vivo para mim ele surgiu e subitamente eu criei um presente muito nosso.
Os poemas chamam-se "Temporais em preto e branco" e "Gabriela: O verso".

Temporal em preto e branco


Chegou sem se quer perceber
Pareceu como um temporal,
Entrou e ocupou o espaço que se quis
Mostrou-se natural.

Quando entrou fez acontecer
Jorrou nas paredes alto astral,
Mesmo sem placas e sinais
O tempo nos mostrou seu lado real.

São tantas as cores
De varias tonalidades
Puramente pensadores
Em busca da felicidade.

Queria adivinhar quem fez
As marcas que vejo aqui,
Nessas faces de timidez
Sempre quero rir!

O tempo hoje passa depressa
Mas será que isso interessa?
Como que faz o tempo obedecer
Enquanto crio uma nova promessa?

Não há como discordar
Que nesse mundo em preto e branco
Somos metade inteira
Do teu lado que abro e que tranco.

Seria tolice esquecer
Talvez exagero acrescentar
Mas isso que ninguém vê
É seu jeito de flutuar.

Gabriela: O verso


A letra inicial
Sugere a glória,
E em leveza natural
Surge o amor,
Perante nossas vistas
Cresce uma história brilhante,
Em imagem e escrita
Ela é a riqueza que nos conquistou,
É o incêndio que nos queima
É a independência que nos criou.
Simplesmente ela é o que há
De diverso,
É outro universo
{di}verso
Em versos.