E por aqui nesse chão
Encontramos a dureza do cimento,
Na terra do calor
As curvas não fazem vento,
Na falta da sombra doentia
O povo carrega seu próprio lamento,
E quando o dia traz a escuridão
As luzes fracas encobrem o cinza dos prédios
Por um momento.
De cimento é a vida e são os altares
No silêncio da dureza
As bocas cansadas sussurram nos bares.
Pisados são os dias
De todos os cansados
Apaixonados por seus lares,
Murmuram uma voz calada
E prosseguem com olhares.
Aspectos variados
Igualmente cobrem o chão,
Todos e mais alguns
Estão alienados
Dessa forma vem e vão,
Todavia adormecem
Buscando salvação.
Responsabilidades diferentes
A culpa é da nação,
Com sobras de outrem
Todas negam os irmãos,
Nessa falta bruta de excesso
Ninguém quer dar a mão.
Nessa vida dura pelo cimento
Cria-se uma fina camada de concreto
Em todo coração.
Yzayaz Chavez 13/05/2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Zoada do Cimento
Atemporalizado por Yzayaz Chavez às 10:50
Marcadores: Uns poemas
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1 comentários:
Manoww seu blog ta mara...
perfect....
Muiiito show msm :)
Tenho q add os Blogs que eo frequento..ai eo add o SEu vlw moço
Xau xau!
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