Entre tantos os detalhes
Os que marcam
E os que restam são os mais cruéis,
São eles que narram
Teus atos covardes e fiéis.
Que seja da tua natureza
E ser for, será minha tristeza,
Que seja teu modo de alertar
E ser for, não seria bom te amar,
Difícil qualificar.
E pra ser sincero
Não espero de você
Mais que ilusão,
E nem sei mais
O que não escrever,
Vai saber...
Entre as várias maldades
As que mais marcam
São as que te define a sanguessuga.
E a cegueira da ambiguidade
Nunca será a cura
Você tem por natureza ser sanguessuga!
Queria desconhecer,
Os dias passam
E o que é certo repete sem fim,
Das frases que todos ouviram
Tuas palavras laçam
E depois destrói o amor sem fim.
Às vezes acredito e aceito
Eu a conheço afinal.
Não são tomates estragados
Duma feira popular,
São fezes dos córregos
Dessa cidade linear.
E pra ser sincero
Eu espero,
Que um dia você seja a merda da vez
Para que você saiba o sabor
E quando você estiver à deriva
Você aprenda com o que Fez

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